Leah Sharibu sequestro Nigéria completa hoje um marco doloroso de oito anos. Em 19 de fevereiro de 2018, a jovem cristã, então com apenas 14 anos, foi levada de sua escola em Dapchi pelo grupo extremista Boko Haram. Enquanto a maioria de suas colegas foi libertada semanas depois, Leah permanece sob o domínio de militantes — agora sob o braço do ISWAP — por um único e heróico motivo: ela se recusou terminantemente a negar sua fé em Jesus Cristo para se converter ao islamismo.
O caso de Leah Sharibu sequestro Nigéria tornou-se um símbolo global da resistência cristã sob perseguição extrema. Embora o mundo muitas vezes se esqueça dos rostos por trás das estatísticas, a memória de Leah continua viva nas orações de milhões de fiéis. Sua persistência em não renunciar ao Evangelho, mesmo sob ameaça de morte e abusos constantes, desafia a igreja moderna a refletir sobre o verdadeiro custo do discipulado em regiões dominadas pelo radicalismo.

Histórias de Sobrevivência e o Trauma do Cativeiro
A realidade do Leah Sharibu sequestro Nigéria é compartilhada por outras jovens como Alheri, que foi raptada aos 12 anos. Alheri passou seis anos vivendo um pesadelo de casamentos forçados, abusos físicos e doutrinação islâmica obrigatória. Mesmo forçada a ler o Alcorão, ela relata que nunca renunciou ao seu Salvador em seu coração. Histórias como a dela lançam luz sobre o que Leah pode estar enfrentando neste exato momento nas florestas da Nigéria.
Muitas dessas jovens, ao conseguirem fugir, encontram um novo tipo de sofrimento: a rejeição social e o luto. No caso de Alheri, o estresse da espera causou a morte de sua mãe por ataque cardíaco logo após seu retorno. O apoio pós-trauma oferecido por centros especializados é o que tem permitido que essas sobreviventes reconstruam suas vidas, transformando a dor do Leah Sharibu sequestro Nigéria em um movimento de intercessão e acolhimento.
A Nigéria e o Cenário de Violência Sistemática
A persistência do Leah Sharibu sequestro Nigéria reflete a fragilidade da segurança para cristãos na África Subsaariana. Como vimos no recente massacre na Nigéria perseguição religiosa, o estado de Benue e outras regiões continuam sendo alvos de ataques que muitos líderes já classificam como genocídio. Grupos como o Boko Haram e o ISWAP utilizam o sequestro de jovens cristãs como uma arma de guerra psicológica e expansão religiosa forçada.
Diferente do controle tecnológico visto na China perseguição religiosa, na Nigéria o combate é corpo a corpo e marcado pela brutalidade física. A luta de Leah Sharibu é a luta de toda uma geração de cristãos nigerianos que se recusam a deixar que sua fé seja apagada pela violência. Oito anos após o sequestro, o pedido da família de Leah permanece o mesmo: que o governo e a comunidade internacional não a abandonem ao esquecimento.
Conclusão: Um Compromisso com a Liberdade
Relembrar o Leah Sharibu sequestro Nigéria é um dever de todo cristão que goza de liberdade religiosa. O silêncio sobre seu cativeiro só beneficia os seus captores. Precisamos continuar pressionando por atualizações e apoiando projetos que cuidam daquelas que conseguem escapar desse inferno terrestre. Leah não é apenas uma estatística; ela é uma irmã em Cristo que pagou o preço mais alto por sua confissão de fé.
Que as orações das igrejas brasileiras se unam ao clamor de Alheri e de tantas outras sobreviventes. O Gospel News Brasil manterá seus leitores informados sobre qualquer desdobramento deste caso, reafirmando que, enquanto houver fôlego, haverá esperança de que Leah Sharibu retorne ao seu lar.
Fonte Original: Portas Abertas – Leah Sharibu completa oito anos em cativeiro na Nigéria
Redação: Gospel News Brasil

