A sobrevivência da fé no sul da Península Arábica enfrenta um dos seus períodos mais sombrios. Em fevereiro de 2026, relatórios confirmam que a Iêmen perseguição religiosa atingiu um patamar de violência sem precedentes, com uma onda de prisões que tenta desmantelar a pequena e resiliente igreja local. O país ocupa hoje o 3º lugar na Lista Mundial da Perseguição, refletindo um cenário onde seguir a Jesus é um crime punível com a morte ou desaparecimento forçado.
Apesar do risco iminente, grupos cristãos secretos continuam a se encontrar em diversas regiões do país. Essa resistência espiritual ocorre mesmo sob o golpe duro de mais de 50 prisões recentes, que visam silenciar as vozes cristãs em um território marcado pela guerra e pelo radicalismo. A Iêmen perseguição religiosa é classificada como extrema, o que significa que não há qualquer espaço público ou privado seguro para o exercício da fé cristã sem o risco de repressão implacável.
“O que está acontecendo hoje é um desafio e talvez um retrocesso, mas a certeza de que Deus continua no controle tem incentivado orações coletivas”, afirmam líderes que monitoram a região.

O Medo em Áreas Controladas pelos Houthis
Um dos maiores motores da Iêmen perseguição religiosa é a atuação do grupo rebelde Houthi. Nas áreas sob seu controle, o medo é paralisante. Cristãos iemenitas relatam que as reuniões presenciais tornaram-se quase impossíveis, e até mesmo os encontros online são evitados por medo de vigilância digital. Muitos crentes permanecem isolados, escondidos em suas casas, temendo que o próximo passo seja uma invasão ou um sequestro pelas autoridades locais.
No entanto, em outras partes do país, a notícia de que grupos ainda conseguem se reunir para adorar traz um sopro de esperança. Esse contraste mostra que, embora a Iêmen perseguição religiosa tente apagar o cristianismo, a semente do Evangelho permanece viva em solo iemenita. A igreja no Iêmen sobrevive no anonimato, em celas de prisão e em reuniões silenciosas no calar da noite.
A Igreja Brasileira e o DIP 2026
Diferente do que ocorre em países como a Síria perseguição religiosa, onde o conflito é mais visível, no Iêmen a guerra contra a fé é silenciosa e doméstica. Por isso, o Domingo da Igreja Perseguida (DIP) 2026 terá o Iêmen como um dos seus focos principais. Mais de 17 mil igrejas brasileiras estão sendo convocadas para interceder por esses irmãos que vivem em condições de isolamento absoluto.
É um momento de despertar para o mundo gospel brasileiro. Enquanto discutimos temas relevantes como a Geração Z contra o aborto, não podemos esquecer que nossos irmãos no Iêmen pedem o básico: o direito de existir. A vigilância tecnológica, similar à exportada pela China perseguição religiosa, também começa a cercar os crentes árabes, tornando a intercessão a nossa arma mais poderosa.
Como orar pela igreja no Iêmen?
Diante da Iêmen perseguição religiosa, os pedidos de oração que chegam ao Ocidente são específicos e urgentes. A igreja local clama pela revelação do paradeiro dos desaparecidos e pela proteção daqueles que estão sendo torturados em prisões secretas. Além disso, há um pedido inusitado: que as reuniões que acontecem dentro das celas sejam frutíferas e que até os guardas das prisões conheçam a graça de Cristo.
A resiliência desses cristãos confronta a nossa fé morna e nos lembra que o preço do Evangelho pode ser alto. Não deixe que escândalos em lideranças ou divisões internas tirem o foco da missão de apoiar quem realmente está na linha de frente da perseguição mundial.
Conclusão: Um Compromisso com a Intercessão
A Iêmen perseguição religiosa em 2026 desafia a igreja global a sair da zona de conforto. O Gospel News Brasil continuará acompanhando o estado de saúde e o paradeiro dos cristãos detidos recentemente. Que a nossa voz possa ecoar onde eles são silenciados, garantindo que o mundo saiba que, no Iêmen, a luz de Cristo ainda brilha através do sacrifício de muitos.
Para saber como envolver sua congregação e receber materiais de apoio para oração, acesse a fonte oficial desta notícia.
Fonte Original: Portas Abertas
Redação: Gospel News Brasil

