Uma nova onda de violência extremista deixou um rastro de dor e 25 cristãos mortos na Nigéria, especificamente no estado de Adamawa, no Cinturão Médio. O ataque mais recente, ocorrido em 24 de fevereiro de 2026, foi executado por dezenas de militantes da Província da África Ocidental do Estado Islâmico (ISWAP). Vestidos com uniformes militares camuflados para confundir a população, os terroristas invadiram simultaneamente os vilarejos agrícolas de Kirchinga e Garaha, na Área de Governo Local de Madagali, executando crentes a sangue frio enquanto destruíam casas e saqueavam a comunidade.
A brutalidade da ação resultou em 18 cristãos mortos na Nigéria apenas em Kirchinga, enquanto outros sete foram assassinados em Garaha. Dias após o massacre inicial, equipes de busca encontraram mais quatro corpos em arbustos próximos, evidenciando o desespero das vítimas que tentaram fugir para as montanhas. Entre os mortos está Bademi Papka, chefe do vilarejo e primo do governador do estado, Ahmadu Umaru Fintiri. Além das vidas ceifadas, os invasores sequestraram mulheres e crianças, em uma tática recorrente para desestruturar as comunidades cristãs da região.
“A marca registrada do ISWAP é ir a uma comunidade, reunir os Cristãos e matá-los. Eles começaram a atirar em quem estava sentado perto do mercado”, relatou um sobrevivente traumatizado.

Uma Campanha Estratégica de Extermínio em Madagali
O que torna o cenário de cristãos mortos na Nigéria ainda mais alarmante é o fato de este ser o quinto ataque em Madagali desde outubro de 2025. Madagali é um enclave predominantemente cristão situado na borda da Floresta de Sambisa, local conhecido como refúgio para o Boko Haram e o ISWAP. Especialistas em direitos humanos afirmam que não se trata de violência aleatória, mas de uma campanha coordenada de extermínio dirigida contra minorias religiosas que vivem em áreas isoladas e sem proteção militar significativa.
A vulnerabilidade desses fiéis assemelha-se ao ataque contra cristãos na Índia, onde multidões destroem lares para forçar a renúncia à fé. No entanto, na Nigéria, a ameaça é militarizada e genocida. Os grupos extremistas aproveitam a geografia de difícil acesso para garantir que o apoio do exército nigeriano não chegue a tempo de evitar que mais famílias se tornem estatísticas de cristãos mortos na Nigéria.
A Proteção que Não Chega às Comunidades Cristãs
A omissão do governo nigeriano em garantir a segurança de seus cidadãos cristãos tem sido duramente criticada. Enquanto no Brasil acompanhamos o debate sobre o projeto que proíbe alterações na Bíblia, na Nigéria a luta é pelo direito básico à vida. O fato de os terroristas usarem uniformes oficiais para se aproximar das vítimas demonstra o nível de ousadia e a falha de inteligência das forças de segurança, deixando um rastro de cristãos mortos na Nigéria a cada incursão.
Para David Idah, da Comissão Internacional de Direitos Humanos, o padrão é claro: “É sistemático. São ataques contra comunidades agrícolas cristãs desprotegidas”. A situação é tão grave quanto a do Irã perseguição religiosa, onde a repressão estatal e o terrorismo se fundem para sufocar a fé cristã. Sem uma intervenção internacional ou uma mudança drástica na estratégia militar local, o número de cristãos mortos na Nigéria tende a crescer exponencialmente.
Conclusão: Clamor pela Igreja na Nigéria
O massacre em Adamawa é um grito de socorro que a igreja brasileira não pode ignorar. Cada um dos 25 cristãos mortos na Nigéria representa uma família destruída e uma igreja local ferida. O Gospel News Brasil convoca todos os leitores a intercederem por Madagali, pedindo que Deus console os enlutados e proteja os sobreviventes que agora vivem sob o medo constante de novos ataques.
Que o sangue desses mártires não seja esquecido e que a justiça divina, e humana, alcance os responsáveis por essa campanha de ódio. Continuaremos noticiando os desafios enfrentados por nossos irmãos, pois o conhecimento da verdade é o primeiro passo para a mobilização e a oração eficaz pelos cristãos mortos na Nigéria.
Fonte Original: Barnabas Aid
Redação: Gospel News Brasil

