Teólogo Caio Modesto intimado pela PF após defender o casamento bíblico.

Caio Modesto intimado pela PF após defender visão bíblica do casamento

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Teólogo Caio Modesto intimado pela PF após declarar visão bíblica sobre o casamento

O teólogo presbiteriano Caio Modesto intimado pela PF (Polícia Federal) tornou-se um dos assuntos mais comentados nas redes sociais nesta semana. A notificação judicial ocorreu após a publicação de um vídeo onde Modesto expõe sua convicção religiosa sobre a instituição do matrimônio. O fato de ver Caio Modesto intimado pela PF gerou um alerta imediato em juristas cristãos sobre o uso de inquéritos para apurar convicções de fé fundamentadas nas Escrituras Sagradas.

No vídeo que originou a denúncia, o teólogo afirmou categoricamente: “O matrimônio bíblico é somente entre um homem e uma mulher, o que passar disso é obra do inimigo”. Essa declaração, feita em um contexto estritamente teológico, foi interpretada por denunciantes como um discurso discriminatório, o que resultou em Caio Modesto intimado pela PF para prestar um depoimento presencial e esclarecer supostos crimes de homofobia e racismo.

Teólogo Caio Modesto intimado pela PF após defender o casamento bíblico.

Caio Modesto: (Foto: Reprodução/YouTube)

Defesa da Liberdade Religiosa e de Expressão

Em sua defesa, o teólogo explicou que sua fala não possui motivação de ódio ou hostilidade contra qualquer grupo específico. Pelo contrário, o caso de Caio Modesto intimado pela PF levanta uma discussão profunda sobre os limites da liberdade de expressão religiosa no Brasil atual. Segundo ele, sua exposição é apenas um reflexo da fé cristã histórica e do ensino bíblico. “Em nenhum momento houve incitação à violência”, afirmou o líder presbiteriano.

Para muitos líderes evangélicos, ter Caio Modesto intimado pela PF por citar textos milenares é um sinal claro de que a liberdade de cátedra teológica está em risco no país. O teólogo fundamentou sua visão no texto de Romanos 1, argumentando que a rejeição da ordem criada por Deus é um ensino central da fé. Ele comparou o momento vivido por cristãos nas redes sociais com o “Coliseu”, onde convicções bíblicas são vigiadas.

A Reação da Comunidade Cristã e Apoio Jurídico

Imediatamente após a notícia de Caio Modesto intimado pela PF viralizar, diversos conselhos de pastores e associações jurídicas cristãs emitiram notas de apoio. Milhares de fiéis se mobilizaram em oração e mensagens de solidariedade. O advogado Benoni Mendes, que acompanha o caso, alertou que se um líder religioso não puder explicar os textos sagrados em que acredita, a liberdade de culto está sob séria ameaça no Brasil.

Este cenário de pressão jurídica sobre líderes religiosos nos remete a outros desafios globais. Como vimos no caso da igreja na Flórida proibida de cultuar pela justiça, as comunidades de fé têm enfrentado obstáculos crescentes para exercerem suas atividades livremente, seja por questões ideológicas ou burocráticas.

O que a Bíblia diz sobre a firmeza na fé

Ainda que vejamos Caio Modesto intimado pela PF, a Igreja é chamada a permanecer firme naquilo que as Escrituras determinam como regra de fé. O teólogo citou a importância da unidade, lembrando o texto de 1 Coríntios 12:26: “Se um membro sofre, todos sofrem com ele”. Para Modesto, este momento de provação serve para fortalecer aqueles que defendem os valores inegociáveis do Evangelho.

Assim como as lições da vida de Roboão nos mostram que a falta de sabedoria pode dividir nações, a liderança cristã hoje precisa de prudência para lidar com o sistema jurídico. O episódio de Caio Modesto intimado pela PF é um convite à reflexão sobre como os cristãos devem se posicionar quando a verdade bíblica é confrontada pelas autoridades civis.

Conclusão: Um alerta para o futuro da fé no Brasil

O desfecho do inquérito contra o teólogo presbiteriano será um marco para a liberdade religiosa nacional. Acompanharemos de perto cada desdobramento do caso de Caio Modesto intimado pela PF, trazendo atualizações assim que novas informações do depoimento surgirem. A defesa da verdade bíblica e o direito à livre expressão permanecem como pilares da nossa cobertura.


Fonte: Com informações de Guiame

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