Se tornar cristão no Irã: A jornada perigosa e o despertar espiritual em 2026
O Irã, uma nação de 93 milhões de pessoas sob um regime teocrático xiita, vive um paradoxo espiritual sem precedentes. Enquanto o governo endurece a repressão e as tensões internacionais aumentam, o país registra a comunidade cristã que mais cresce no mundo. No entanto, decidir se tornar cristão no Irã continua sendo uma das escolhas mais arriscadas que um cidadão pode fazer, enfrentando desde a exclusão social até a possibilidade técnica de pena de morte.
Um exemplo vivo dessa realidade é “Darius” (nome fictício para sua proteção), um ex-muçulmano devoto que hoje segue a Cristo em segredo. Sua jornada para se tornar cristão no Irã não passou pelos canais oficiais. Como o clero cristão local não ousa batizar muçulmanos por medo das autoridades, Darius encontrou sua fé através de meios inusitados: sonhos proféticos, as pinturas da Catedral de Vank e, surpreendentemente, as canções religiosas do músico Johnny Cash.

O Declínio do Islã e as Mesquitas Vazias
De acordo com Darius, o cenário religioso em Teerã e outras cidades mudou drasticamente. Ele afirma que não precisa mais fingir ser muçulmano para sobreviver no dia a dia, pois a adesão ao Islã despencou. “Hoje em dia, as mesquitas estão praticamente vazias”, revela. Apenas idosos e apoiadores ferrenhos do regime frequentam os templos oficiais. Esse vácuo espiritual tem levado muitos iranianos a buscar respostas no cristianismo e até em religiões pré-islâmicas, como o zoroastrismo.
Apesar desse desinteresse popular pela religião estatal, o regime continua a vigiar os convertidos. Aqueles que decidem se tornar cristão no Irã precisam “controlar a língua” e manter sua fé no âmbito privado ou em igrejas clandestinas. Essa necessidade de sigilo absoluto nos recorda as lições com a Igreja Secreta 2026, onde o estudo da Bíblia é um ato de coragem suprema.
Canais Improváveis de Conversão
A história de Darius é marcada por encontros que ele considera divinos. Em uma área movimentada da capital, ele conseguiu comprar uma Bíblia em farsi (persa) de uma vendedora ambulante que, embora muçulmana, vendia o livro sagrado para sobreviver. “Quando acordei do sonho com os apóstolos, soube que Jesus tinha me chamado”, conta ele.
Para Darius, o desejo agora é escapar do que ele chama de “inferno” e chegar à Europa, onde poderá ser batizado abertamente e sem medo. Sua situação é um reflexo das dificuldades enfrentadas pela família cristã em países de maioria muçulmana, onde a liberdade religiosa é um sonho distante. O sofrimento de Darius ecoa a realidade de outros convertidos, como a ex-curandeira encontra Jesus no Nepal, mostrando que o preço da conversão é alto em qualquer lugar onde o Evangelho desafia o status quo.
A Igreja que Mais Cresce no Mundo
Especialistas e veículos de comunicação confirmam que, apesar de toda a repressão, o número de pessoas que decidem se tornar cristão no Irã não para de subir. O uso de redes sociais como o Instagram e comunidades online moderadas por iranianos no exterior tem permitido que o ensino bíblico ultrapasse as fronteiras físicas do regime.
Enquanto o mundo acompanha descobertas históricas como os Manuscritos do Mar Morto, que confirmam a precisão das Escrituras, os iranianos estão vivendo a aplicação prática dessas verdades em meio às cinzas da opressão. Darius resume sua caminhada com uma frase impactante: “O caminho verdadeiro nem sempre é o caminho que queremos e gostamos”.
Conclusão: A Luz que Brilha nas Trevas
O testemunho de Darius é um chamado à oração para todos nós. Decidir se tornar cristão no Irã em 2026 é um ato de fé radical que exige a disposição de perder tudo por amor a Cristo. O Gospel News Brasil continuará relatando as vitórias e as dores da nossa igreja ao redor do mundo, lembrando que nenhuma ditadura pode impedir o agir do Espírito Santo.
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Fonte Original: International Christian Concern (ICC) Redação: Gospel News Brasil


