Uma cena de horror e fé inabalável foi registrada na vila de Erramangi, no estado de Chhattisgarh, onde um brutal ataque contra cristãos na Índia deixou uma família desabrigada. No último dia 26 de fevereiro de 2026, uma multidão de aproximadamente 200 nacionalistas hindus cercou a residência de Ram Sai. O objetivo era claro e cruel: forçar a família a negar a Jesus Cristo e retornar ao hinduísmo. Diante da recusa firme dos cristãos, os radicais invadiram o local, destruíram alimentos, saquearam pertences e demoliram completamente a casa, obrigando o casal e seus seis filhos a dormirem sobre os escombros.
Este novo ataque contra cristãos na Índia não foi um evento isolado, mas o ápice de dois anos de assédio constante. Ram Sai relatou que os líderes anticristãos da aldeia já vinham fazendo ameaças recorrentes. No entanto, a determinação da família em manter sua fé serviu apenas para enfurecer os radicais, que utilizaram a força física para tentar impor sua vontade religiosa. O incidente reflete a crescente onda de intolerância que varre as áreas rurais do país, onde a minoria cristã é vista com hostilidade crescente.
“Meus seis filhos e minha esposa dormiram nos escombros, sem teto. Deus nos deu coragem para chegar até aqui”, declarou Ram Sai, demonstrando uma fé que as picaretas não puderam destruir.

Chhattisgarh: O Perigo das Leis Anticonversão
O estado de Chhattisgarh tem se destacado negativamente no cenário internacional devido à frequência de incidentes como este ataque contra cristãos na Índia. O estado é um dos 12 no país que possuem as chamadas “leis anticonversão”. Embora o pretexto dessas leis seja evitar conversões forçadas, na prática elas são frequentemente usadas de forma indevida por grupos nacionalistas para justificar agressões, boicotes sociais e despejos forçados de cristãos, sob a alegação de que qualquer conversão ao cristianismo seria ilegal.
A situação em Chhattisgarh é tão alarmante quanto a do pastor preso na Indonésia, mostrando que, seja por via judicial ou por violência direta de multidões, o cerco contra a Igreja na Ásia está se fechando. No caso de Ram Sai, o ataque contra cristãos na Índia resultou em uma “morte social”, onde a família perde não apenas o teto, mas o direito de viver em comunidade, sendo jogada à margem da sociedade local apenas por seguir a Bíblia.
A Resiliência em Meio aos Escombros
Apesar da destruição material, a família de Erramangi escolheu permanecer em Cristo. Este tipo de ataque contra cristãos na Índia visa desestabilizar a comunidade local através do medo, mas o exemplo de Ram Sai tem gerado o efeito contrário: uma demonstração de força espiritual. Atualmente, a família sobrevive a céu aberto, dependendo da ajuda de outros crentes que, mesmo sob risco, tentam prover o básico para as oito pessoas desabrigadas.
O cenário de perseguição na Índia em 2026 é comparável ao que ocorre com as minorias cristãs no Paquistão, onde a vulnerabilidade social é usada como arma de opressão religiosa. Enquanto no Brasil discutimos o projeto que proíbe alterações na Bíblia, na Índia a batalha é física e direta. O ataque contra cristãos na Índia exige uma resposta da comunidade internacional e das organizações de direitos humanos antes que mais famílias percam suas vidas para o ódio religioso.
Conclusão: Um Clamor por Intercessão
O Gospel News Brasil reforça o pedido de oração pela família de Ram Sai e por todos os irmãos em Chhattisgarh. Este ataque contra cristãos na Índia não deve ser apenas mais uma notícia em seu feed, mas um chamado à ação e à intercessão. Que Deus continue fortalecendo esses pais e crianças para que permaneçam fiéis, mesmo diante da ruína de seu lar terreno.
Que a justiça seja feita e que os responsáveis por este covarde ataque contra cristãos na Índia sejam punidos, embora saibamos que as leis locais muitas vezes protegem os agressores. Continuaremos acompanhando a situação em Bijapur para trazer atualizações sobre o possível auxílio a essa família.
Fonte Original: International Christian Concern (ICC)
Redação: Gospel News Brasil

