A perseguição religiosa em Cuba ganhou um novo e dramático contorno em 2026 com o agravamento da crise econômica na ilha. De acordo com relatos da Portas Abertas, a insegurança alimentar deixou de ser uma ameaça para se tornar uma realidade desesperadora para milhares de famílias cristãs. Cuba ocupa atualmente a 24ª posição na Lista Mundial da Perseguição 2026, e a deterioração das condições de vida tem sido utilizada como uma pressão adicional sobre as comunidades de fé, que já lidam com restrições severas de liberdade.
O pastor Luis, que atua no país há mais de oito anos, relata que o cenário é de prateleiras vazias e preços que podem dobrar ou triplicar em questão de dias. A perseguição religiosa em Cuba manifesta-se no isolamento econômico dessas famílias, que muitas vezes dependem exclusivamente do apoio das igrejas locais para sobreviver. Itens básicos como óleo, macarrão e produtos de higiene tornaram-se artigos de luxo ou são encontrados apenas em mercados informais com preços inflacionados.
“Estamos esperando uma grande crise alimentar. O que resta é vendido a preços excessivamente altos”, relata o pastor Luis.

Igrejas como Refúgio em Meio à Escassez
Mesmo sob o olhar vigilante do regime, a perseguição religiosa em Cuba não impediu que as congregações se transformassem em centros de assistência social. O Pastor Luis explica que as igrejas estão utilizando seus fundos de emergência para comprar mantimentos e distribuir entre os membros mais vulneráveis. Essa rede de apoio é vital, pois o Estado frequentemente prioriza o abastecimento de setores leais ao governo, deixando minorias religiosas em segundo plano.
Diferente da perseguição religiosa no México, onde a violência parte de cartéis, a perseguição religiosa em Cuba é institucional e sistêmica. O governo cubano utiliza o controle da economia para sufocar instituições que não se alinham totalmente à ideologia estatal. Quando uma igreja cresce e passa a oferecer ajuda que o governo não consegue prover, ela passa a ser vista com desconfiança e sofre fiscalizações rigorosas.
O Desafio da Fé sob o Comunismo em 2026
A ascensão de Cuba para a 24ª posição no ranking global mostra que a perseguição religiosa em Cuba está se tornando mais intensa. Enquanto em países como Honduras celebramos a Bíblia nas escolas Honduras, em território cubano a preocupação imediata é se haverá comida na mesa para o próximo culto. A fé dos cristãos cubanos é provada diariamente na busca pelo pão cotidiano e pela liberdade de pregar sem retaliações econômicas.
A situação na ilha caribenha exige uma resposta de intercessão da Igreja brasileira. A perseguição religiosa em Cuba não se faz apenas com prisões, mas com o silenciamento através da fome. Assim como a Assembleia de Deus em Ubá chuvas se mobilizou pelo socorro imediato, as igrejas cubanas clamam por suporte internacional para continuar sendo o “celeiro de Deus” em uma nação desabastecida.
Conclusão: Um Chamado à Solidariedade Cristã
O aumento da perseguição religiosa em Cuba em 2026 é um lembrete de que a liberdade cristã é frágil sob regimes totalitários. A resiliência do pastor Luis e de sua congregação nos inspira a valorizar nossos recursos e a apoiar missões que levam alívio aos perseguidos. Que a igreja global não feche os olhos para o clamor que vem de Havana e das províncias cubanas.
O Gospel News Brasil continuará monitorando a situação em Cuba e em outros países da Lista Mundial, como a Irã perseguição religiosa, garantindo que as vozes desses irmãos sejam ouvidas.
Fonte Original: Portas Abertas
Redação: Gospel News Brasil

