A Rússia perseguição religiosa contra as comunidades cristãs na Ucrânia ocupada atingiu um nível alarmante nesta semana, coincidindo com a entrada do conflito em seu quinto ano. Desde a invasão em larga escala em 2022, o governo de Vladimir Putin tem implementado uma política sistemática de repressão contra grupos religiosos considerados “desleais”. Relatos recentes do International Christian Concern (ICC) indicam que denominações protestantes e ramos da Igreja Ortodoxa que não se submetem ao controle de Moscou estão sendo alvos de batidas policiais, detenções de pastores e confisco de propriedades.
O cenário de Rússia perseguição religiosa é particularmente severo nos territórios ocupados, onde Moscou busca redesenhar o panorama espiritual para servir aos seus interesses militares e políticos. Igrejas batistas e evangélicas, conhecidas por seu trabalho humanitário independente, são frequentemente acusadas de espionagem ou ligações com governos ocidentais. Um exemplo emblemático é o do pastor batista Sergey Ivanov, detido após se recusar a registrar sua congregação sob as leis russas, resultando no fechamento de sua igreja e na dispersão dos fiéis.
“As autoridades de ocupação agem sistematicamente para remover grupos religiosos que consideram desleais, substituindo-os por instituições alinhadas ao Kremlin”, afirma o relatório do ICC.

O Sufocamento das Igrejas Protestantes e Ortodoxas
A estratégia de Rússia perseguição religiosa não poupa nem mesmo o clero ortodoxo que resiste à hegemonia de Moscou. Na Crimeia, o padre Serhii Mykhalchuk foi despejado de sua catedral após a comunidade se recusar a vincular-se administrativamente às estruturas eclesiásticas russas. Esse padrão de expulsão e coerção jurídica é uma ferramenta clara para eliminar a sociedade civil independente e forçar uma lealdade religiosa artificial ao Estado russo.
Diferente do que ocorre na México perseguição religiosa, onde a violência parte de cartéis de drogas, na Ucrânia a opressão é estatal e institucionalizada. A Rússia utiliza o registro obrigatório de igrejas como uma armadilha: aquelas que aceitam são vigiadas e cooptadas; as que recusam são fechadas e seus líderes interrogados. Essa tática de asfixia espiritual é uma das faces mais cruéis do conflito que se prolonga por meia década.
Resistência Espiritual em Tempos de Ocupação
Apesar do cerco da Rússia perseguição religiosa, a resistência espiritual permanece viva. Assim como vimos no exemplo de fé inabalável do batismo aos 101 anos em Pernambuco, os cristãos ucranianos encontram formas de manter sua devoção, mesmo que em locais secretos ou através de redes de apoio clandestinas. Pastores continuam a ministrar a Palavra de Deus sob risco de prisão, entendendo que o Reino de Deus não está sujeito às fronteiras impostas pela guerra.
Enquanto lideranças brasileiras como Silas Malafaia Alexandre de Moraes debatem os limites da liberdade no Brasil, na Ucrânia ocupada a questão é de sobrevivência física e espiritual imediata. A perseguição russa visa não apenas o território, mas a alma do povo ucraniano, tentando apagar identidades religiosas que não se dobram à narrativa de Moscou.
Conclusão: Um Chamado à Oração Global
A persistência da Rússia perseguição religiosa no quinto ano da guerra é um lembrete de que a liberdade de culto é um dos primeiros direitos a serem sacrificados em regimes totalitários. O Gospel News Brasil reforça a necessidade de oração constante pelos pastores ucranianos detidos e pelas congregações que perderam seus locais de culto. O destino dessas comunidades religiosas é um termômetro vital para a situação geral dos direitos humanos na região.
Que o mundo cristão não se cale diante da tentativa de Moscou de transformar a fé em uma ferramenta de controle administrativo e militar. A igreja de Cristo, embora perseguida, permanece sendo uma luz que as trevas da guerra não conseguiram apagar.
Fonte Original: International Christian Concern (ICC)
Redação: Gospel News Brasil

